Rosa do Conhecimento

sábado, 24 de janeiro de 2026

A importância do professor acompanhar o desenvolvimento tecnológico da sociedade atual.

 

Na sociedade contemporânea, marcada por rápidas transformações tecnológicas, é fundamental que o professor acompanhe o desenvolvimento tecnológico para manter sua prática pedagógica atual, significativa e eficaz. As tecnologias digitais influenciam profundamente a forma como os alunos aprendem, se relacionam com o conhecimento e interagem com o mundo. Quando o docente se apropria dessas ferramentas, ele consegue diversificar metodologias, utilizar recursos multimídia, plataformas educacionais e ambientes virtuais que tornam o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico, participativo e próximo da realidade dos estudantes.

Além disso, acompanhar o avanço tecnológico não significa apenas dominar ferramentas, mas também desenvolver um olhar crítico sobre elas. O professor tem um papel essencial na mediação do uso consciente das tecnologias, orientando os alunos quanto à ética digital, à confiabilidade das informações, ao respeito nas interações online e ao equilíbrio entre o mundo virtual e o presencial. Dessa forma, contribui para a formação de cidadãos críticos, responsáveis e preparados para lidar com os desafios da sociedade digital.

Por fim, o desenvolvimento tecnológico também impacta o mundo do trabalho e as relações sociais, exigindo novas competências e habilidades. Ao se atualizar constantemente, o professor não apenas aprimora sua prática profissional, mas também ajuda os alunos a desenvolverem autonomia, criatividade, pensamento crítico e capacidade de resolver problemas, competências essenciais para a vida pessoal, acadêmica e profissional no século XXI.


Autora: Denise Maria Antonio

Postado por Denise Antonio às 13:11 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

domingo, 11 de janeiro de 2026

Será que estamos perto de uma terceira guerra mundial tecnológica do século XXI?

 Ao longo da história, as grandes guerras sempre estiveram associadas a profundas transformações tecnológicas. No século XX, a Primeira Guerra Mundial foi marcada pela mecanização do combate, enquanto a Segunda Guerra Mundial ficou conhecida pelo uso massivo da indústria bélica, da aviação e, ao final, da energia nuclear. No século XXI, entretanto, o cenário de conflitos globais assume novas formas, levantando uma questão inquietante: estaríamos nos aproximando de uma terceira guerra mundial de caráter tecnológico?

Diferentemente das guerras anteriores, uma possível guerra mundial contemporânea não se limitaria ao uso de armas convencionais. Ela se manifestaria de maneira difusa e silenciosa, por meio de ataques cibernéticos, espionagem digital, manipulação de dados, controle de informações e uso estratégico da inteligência artificial. Infraestruturas essenciais — como sistemas de energia, comunicação, saúde e finanças — tornaram-se alvos vulneráveis em um mundo altamente conectado.

Além disso, a disputa entre grandes potências globais tem se deslocado do campo militar tradicional para a corrida tecnológica. O domínio de tecnologias como inteligência artificial, computação quântica, drones autônomos e armamentos inteligentes passou a representar não apenas vantagem econômica, mas também poder geopolítico. Nesse contexto, a guerra deixa de ser declarada formalmente e passa a ocorrer de forma permanente, em ambientes virtuais e informacionais.

Outro elemento central dessa nova configuração é a chamada “guerra híbrida”, que combina ações militares, econômicas, tecnológicas e psicológicas. A disseminação de desinformação, o uso de redes sociais para influenciar opiniões públicas e processos eleitorais, bem como sanções econômicas digitais, tornam-se instrumentos tão eficazes quanto armas físicas. O campo de batalha, assim, amplia-se para o cotidiano das populações civis.

Apesar desses riscos, é importante destacar que o avanço tecnológico também pode atuar como fator de dissuasão. A interdependência econômica entre os países, aliada ao medo de colapsos sistêmicos globais, tende a conter confrontos diretos em larga escala. Ainda assim, o perigo reside justamente na invisibilidade e na naturalização desses conflitos tecnológicos, que muitas vezes passam despercebidos até causarem danos irreversíveis.

Portanto, mais do que questionar se uma terceira guerra mundial está próxima, é fundamental refletir sobre como ela já pode estar em curso, sob novas formas e estratégias. O grande desafio do século XXI não é apenas evitar uma guerra tradicional, mas construir mecanismos éticos, políticos e sociais capazes de regular o uso das tecnologias, garantindo que elas sirvam à humanidade, e não à sua destruição.




Postado por Denise Antonio às 14:51 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

 

A  importância do Ano Novo e do recomeço

 

Autora: Denise Maria Antonio

Pós graduada em Educação em Direitos Humanos

 

O Ano Novo simboliza mais do que a simples passagem do tempo; representa a possibilidade concreta de recomeço. Trata-se de um marco simbólico que convida à reflexão sobre o percurso vivido, às escolhas feitas e aos caminhos que ainda podem ser trilhados. Ao encerrar um ciclo, o indivíduo é instigado a avaliar aprendizados, reconhecer erros e valorizar conquistas, compreendendo que toda experiência, positiva ou negativa, contribui para o processo de crescimento pessoal e coletivo.

O recomeço associado ao Ano Novo carrega um forte sentido de esperança e renovação. Ele reforça a ideia de que mudanças são possíveis e que o futuro não está rigidamente determinado pelo passado. Esse momento favorece o estabelecimento de novas metas, a redefinição de prioridades e o fortalecimento do compromisso com atitudes mais conscientes, solidárias e responsáveis. Assim, o Ano Novo funciona como um incentivo simbólico para a transformação, estimulando a coragem de abandonar práticas que já não fazem sentido e de adotar posturas alinhadas a novos projetos de vida.

Além disso, o recomeço não deve ser entendido como negação do que foi vivido, mas como continuidade ressignificada da própria história. Ao reconhecer limites e potencialidades, o sujeito se torna mais apto a construir relações mais saudáveis, desenvolver autonomia e buscar bem-estar individual e social. Nesse sentido, o Ano Novo reafirma a importância da esperança como força mobilizadora, lembrando que cada novo ciclo oferece a oportunidade de reconstruir, aprender e seguir adiante com mais consciência e propósito.

 

Postado por Denise Antonio às 17:25 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

o que é política?

 

Autora: Denise Maria Antonio

Pós Graduada em Educação em Direitos Humanos

A política pode ser compreendida, em termos acadêmicos, como o conjunto de práticas, instituições, normas e relações de poder que orientam a organização da vida coletiva em sociedade. Trata-se de um campo de atuação humana voltado à tomada de decisões que afetam o bem comum, envolvendo a definição de objetivos coletivos, a distribuição de recursos e a mediação de conflitos sociais.

Do ponto de vista teórico, a política está intimamente relacionada ao conceito de poder. Max Weber define poder como a capacidade de impor a própria vontade dentro de uma relação social, mesmo contra resistências. Nesse sentido, a política constitui o espaço no qual diferentes grupos sociais disputam influência, legitimidade e autoridade para direcionar as ações do Estado e das demais instituições públicas. Essa disputa ocorre por meio de mecanismos formais, como eleições, partidos políticos e sistemas de governo, e também por meios informais, como movimentos sociais, pressão popular e participação cidadã.

Além disso, a política não se restringe ao âmbito estatal. Embora o Estado seja um ator central, a política manifesta-se em múltiplos espaços da vida social, como escolas, sindicatos, associações comunitárias e organizações internacionais. Hannah Arendt destaca que a política surge da convivência entre indivíduos diversos, sendo um espaço de diálogo, ação e construção coletiva, no qual a pluralidade humana é elemento fundamental.

Sob essa perspectiva, a política também desempenha um papel normativo, pois está vinculada à elaboração de leis, políticas públicas e princípios que orientam a convivência social. Ao estabelecer direitos, deveres e responsabilidades, a política contribui para a manutenção da ordem social e para a promoção da justiça, da igualdade e da cidadania. Assim, compreender a política é essencial para o exercício da participação democrática e para a formação de sujeitos críticos, capazes de analisar e intervir de maneira consciente nos rumos da sociedade.

 

BIBLIOGRAFIA

 

ARENDT, Hannah. O que é política? Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.

BOBBIO, Norberto. Política. In: BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de Política. Brasília: Editora UnB, 2000.

BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

WEBER, Max. A política como vocação. In: WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Cultrix, 2004.

ARISTÓTELES. Política. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

DAHL, Robert A. Sobre a democracia. Brasília: Editora UnB, 2001.

MIGUEL, Luis Felipe. Introdução à Ciência Política. São Paulo: Contexto, 2018.

 

Postado por Denise Antonio às 20:05 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

O aumento do feminicídio no Brasil

 

Autora: Denise Maria Antonio

Pós graduada em Educação em Direitos Humanos

 

O aumento do feminicídio no Brasil constitui um grave problema social, político e cultural, refletindo profundas desigualdades de gênero e padrões estruturais de violência contra a mulher. Feminicídio é definido como o assassinato de mulheres motivado por razões de gênero, geralmente ligado a situações de violência doméstica, controle, ciúmes ou discriminação, sendo reconhecido legalmente no Brasil a partir da Lei nº 13.104/2015, que alterou o Código Penal e tipificou o crime como hediondo.

Nos últimos anos, dados oficiais indicam um crescimento preocupante desse tipo de violência, o que revela tanto a persistência da cultura patriarcal quanto a insuficiência das políticas públicas de prevenção e proteção às mulheres. Fatores como desigualdade econômica, dependência financeira, normalização da violência doméstica e fragilidade das redes de apoio contribuem para a vulnerabilidade feminina, dificultando a denúncia e o acesso à justiça.

O aumento do feminicídio também está ligado a questões culturais e sociais que naturalizam a violência contra a mulher, reproduzindo estereótipos de submissão e controle. Campanhas de conscientização e educação em igualdade de gênero são fundamentais, mas sua efetividade depende de mudanças estruturais, incluindo maior capacitação de profissionais de segurança e saúde, fortalecimento da rede de proteção social e aplicação rigorosa da legislação.

Além disso, a pandemia de COVID-19 evidenciou a dimensão do problema, já que o isolamento social intensificou situações de violência doméstica e dificultou a busca por ajuda. O feminicídio, portanto, não pode ser tratado apenas como um crime individual, mas como um fenômeno social que exige abordagem integrada, articulando justiça, saúde, educação e políticas públicas de proteção às mulheres.

O combate eficaz ao feminicídio depende da transformação cultural e da promoção de igualdade de gênero, bem como do fortalecimento das políticas de prevenção, proteção e responsabilização. Somente a partir de ações coordenadas e do reconhecimento da violência contra a mulher como problema estrutural será possível reduzir os índices de feminicídio no Brasil e garantir a segurança e a dignidade das mulheres.

BIBLIOGRAFIA

Legislação e documentos oficiais

·         BRASIL. Lei nº 13.104, de 9 de março de 2015. Altera o Código Penal para tipificar o crime de feminicídio. Diário Oficial da União, Brasília.

·         BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Atlas da Violência 2023. Brasília: IPEA, 2023.

·         BRASIL. Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres. Violência contra a mulher no Brasil: dados e políticas públicas. Brasília: 2022.

Estudos acadêmicos e análises sociais

·         SILVA, Ana Paula; FREITAS, Rosana. Feminicídio no Brasil: aspectos jurídicos, sociais e culturais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020.

·         CUNHA, Maria Beatriz; OLIVEIRA, Lúcia. Feminicídio e violência de gênero: um estudo sociológico. São Paulo: Cortez, 2019.

·         BOARINI, Sonia; RIBEIRO, Fernanda. A violência contra a mulher e o feminicídio no Brasil contemporâneo. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 28, n. 2, 2020.

 

Perspectivas internacionais e teóricas

·         LOMBARDI, Marina. Femicídio: uma abordagem global. São Paulo: Hucitec, 2018.

·         HEISE, Lori; PITTS, Juliana. Violence against women: global perspectives and prevention strategies. London: Routledge, 2017.

Artigos e pesquisas aplicadas

·         MENDES, Cláudia. Feminicídio, políticas públicas e desafios na implementação da Lei Maria da Penha. Cadernos Pagu, Campinas, n. 57, 2019.

·         PAIVA, Suzana. Feminicídio e mídia: representações e impactos sociais. Revista Comunicação & Educação, v. 25, n. 3, 2020.

 

Postado por Denise Antonio às 07:42 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

O consumismo do Natal

 

Autora: Denise Maria Antonio Pós graduada em Educação em Direitos Humanos.


O Natal, tradicionalmente associado à solidariedade, ao encontro familiar e à reflexão sobre valores humanos, tem sido cada vez mais marcado pelo consumismo exagerado. A lógica do mercado transforma a data em um grande espetáculo de compras, no qual a felicidade parece estar diretamente vinculada à quantidade e ao valor dos presentes adquiridos. Propagandas intensivas, promoções agressivas e apelos emocionais reforçam a ideia de que amar é comprar, deslocando o sentido simbólico do Natal para uma prática essencialmente material.

Esse consumo exacerbado gera impactos significativos. No plano social, aprofunda desigualdades, pois muitas famílias se endividam para corresponder às expectativas impostas pelo padrão de consumo natalino. No plano ambiental, o aumento da produção e do descarte de embalagens, brinquedos e produtos eletrônicos contribui para o agravamento dos problemas ecológicos. Além disso, o imediatismo das trocas mercadológicas tende a esvaziar experiências mais duradouras, como o diálogo, o cuidado e a convivência.

Diante desse cenário, torna-se necessário resgatar o sentido original do Natal, valorizando gestos simples e relações humanas em detrimento do acúmulo de bens. Repensar o consumismo natalino não significa negar a troca de presentes, mas questionar seus excessos e recolocar no centro da celebração valores como empatia, partilha e responsabilidade social. Dessa forma, o Natal pode voltar a ser um tempo de reflexão e humanidade, e não apenas de consumo.

Postado por Denise Antonio às 07:27 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

O capitalismo e seus impactos nas sociedades contemporâneas

                                                                                 Autora: Denise Maria Antonio

Pós Graduada em Educação em Direitos Humanos

O capitalismo é um sistema econômico e social caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção, pela livre iniciativa e pela organização da economia a partir das relações de mercado. Nesse sistema, bens e serviços são produzidos com o objetivo principal de obtenção de lucro, e a distribuição de recursos ocorre, majoritariamente, por meio das trocas comerciais mediadas pelo dinheiro. O capitalismo consolidou-se historicamente a partir do final da Idade Média e ganhou maior expressão com a Revolução Industrial, entre os séculos XVIII e XIX, tornando-se o modelo econômico predominante no mundo contemporâneo.

Um dos pilares fundamentais do capitalismo é a divisão da sociedade em diferentes classes sociais, especialmente entre aqueles que detêm os meios de produção — como fábricas, terras, tecnologias e capitais — e aqueles que vendem sua força de trabalho em troca de salário. Essa relação é mediada pelo mercado de trabalho e regulada, em diferentes graus, pelo Estado, que pode intervir por meio de leis, impostos e políticas públicas.

Nas sociedades atuais, o capitalismo exerce impactos profundos tanto na economia quanto na organização social, política e cultural. Do ponto de vista econômico, o sistema capitalista tem sido responsável por elevados níveis de crescimento produtivo, inovação tecnológica e expansão do comércio global. O incentivo à concorrência e ao investimento privado contribuiu para avanços significativos em áreas como transporte, comunicação, medicina e tecnologia da informação, melhorando a qualidade de vida de parcelas expressivas da população mundial.

Entretanto, o capitalismo também apresenta contradições e desafios. Um dos impactos mais discutidos é a ampliação das desigualdades sociais e econômicas. Embora o sistema gere riqueza, essa riqueza tende a se concentrar em determinados grupos ou regiões, o que pode aprofundar disparidades de renda, acesso à educação, saúde e oportunidades. Além disso, a lógica de maximização do lucro pode levar à precarização das relações de trabalho, à exploração de recursos naturais de forma insustentável e a crises econômicas periódicas, como recessões e instabilidades financeiras.

No contexto contemporâneo, o capitalismo passou por transformações importantes, incorporando novas formas de organização, como o capitalismo financeiro e o capitalismo digital. A globalização intensificou a interdependência entre países, ampliando mercados, mas também tornando economias mais vulneráveis a crises globais. Ao mesmo tempo, o papel do Estado tem sido objeto de debate, oscilando entre modelos mais liberais e outros que defendem maior intervenção estatal para reduzir desigualdades e promover bem-estar social.

Em síntese, o capitalismo é um sistema complexo e dinâmico, que molda profundamente as sociedades atuais. Seus impactos incluem tanto avanços econômicos e tecnológicos quanto desafios sociais, ambientais e políticos. A compreensão crítica do capitalismo é fundamental para analisar os problemas contemporâneos e para pensar alternativas ou reformas que busquem conciliar desenvolvimento econômico, justiça social e sustentabilidade.

BIBLIOGRAFIA

SMITH, Adam. A riqueza das nações: investigação sobre sua natureza e suas causas. Tradução de Luiz João Baraúna. São Paulo: Nova Cultural, 1996.

MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro I. Tradução de Reginaldo Sant’Anna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013.

WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. Tradução de José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

 

Postado por Denise Antonio às 07:21 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Comentários (Atom)
https://www.bitsler.com/banners/banner-468x60.png

Perfil

Minha foto
Denise Antonio
Piracicaba, São Paulo, Brazil
Socióloga e professora do Ensino Médio da rede pública do Estado de São Paulo.
Ver meu perfil completo

Arquivo do blog

Cursos a partir de 97,00!

Cursos Online com Certificado - Portal de Cursos Rapidos
Cursos Online
Cursos Online com Certificado - Portal de Cursos Rapidos
Cursos Online

Surfe.be

Este blog é assessorado pela empresa Opções Consultoria em Internet Marketing. Tema Janela de imagem. Tecnologia do Blogger.